CYANOTYPE

Decades before the darkroom technique was discovered and the prints as we know them came to life, Sir John Herschel discovered cyanotyping or printing with the sun. The year 1842.
The British astronomer, mathematician and chemist devised this photographic process with the intention of reproducing his multitude of scientific notes in multiple copies. His discovery was based on the property of certain ferric salts in being reduced to ferrous salts by the action of light. To impress the print on the support it was sufficient to treat it with the solution and then expose it to the sun. The result: a deep blue image.
Over 150 years later, cyanotyping remains a charming printing process.
Each print obtained is unique and unrepeatable.

Decenni prima che la tecnica della camera oscura venisse scoperta dando vita alle stampe come le conosciamo, Sir John Herschel scopriva la cianotipia o stampa con il sole. Anno 1842.
L’astronomo, matematico e chimico britannico ideò questo processo fotografico con l’intento di riprodurre in più copie la sua moltitudine di appunti scientifici. La sua scoperta si basava sulla proprietà di alcuni sali ferrici nell’essere ridotti a sali ferrosi per l’azione della luce. Per imprimere la stampa sul supporto era sufficiente trattarlo con la soluzione, per poi esporlo al sole. Risultato: un’immagine dalle tonalità blu intenso.
Ad oltre 150 anni di distanza la cianotipia rimane un processo di stampa affascinante.
Ogni stampa ottenuta è unica e irripetibile.

Décadas antes da descoberta da técnica do câmara escura e da criação das imagens tal como as conhecemos, Sir John Herschel descobriu a técnica do cianótipo ou da impressão com o sol. O ano de 1842.
O astrónomo, matemático e químico britânico concebeu este processo fotográfico com a intenção de reproduzir as suas inúmeras notas científicas em vários exemplares. A sua descoberta baseou-se na propriedade de certos sais férricos em serem reduzidos a sais ferrosos pela acção da luz. Para imprimir a estampa no suporte era suficiente tratá-la com a solução e depois expô-la ao sol. Resultado: uma imagem com tons de azul intenso.
Mais de 150 anos mais tarde, a técnica do cianótipo continua a ser um processo de impressão fascinante.
Cada estampa obtida é única e irrepetível.

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